Comunicação não violenta

Falar de Comunicação Não Violenta (CNV) é entrar no âmbito mais profundo da palavra empatia. É importante ir além de comunicar-se, compreendendo que é uma filosofia que apoia o lidar saudável, aceitando que esse ponto tem um forte papel em qualquer liderança.

Atualmente, nos ambientes de trabalho onde priorizamos experimentações e feedback frequente, a comunicação entre as pessoas deve fluir de forma eficiente e ser a mais transparente possível, caso contrário, será difícil a aplicação de métodos que realmente proporcionem benefícios reais para as empresas e resultará em entregas incorretas ou com baixa qualidade, além de desmotivar os funcionários.

Um renomado psicólogo americano, Marshall Rosenberg (1934-2015), que passou boa parte da sua vida em Detroit, dedicou-se a estudar os conflitos resultantes de uma comunicação agressiva. Em 1983 lançou a primeira edição do livro Nonviolent Communication.  Em 1984 fundou o Centro de Comunicação Não Violenta nos Estados Unidos.  Hoje, seu método é usado desde resolução de conflitos familiares, em empresas e até mesmo em conflitos bélicos, no qual trabalhou em alguns efetuando mediações. 

CNV não é simplesmente não ser agressivo e tampouco saber falar de forma mais amena e contida. CNV é uma forma de se expressar, buscando estar em empatia com quem se comunica. Vejamos o que Marshall escreveu sobre “empatia”: 

“A empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivenciando. Em vez de oferecermos empatia, muitas vezes sentimos uma forte urgência de dar conselhos ou encorajamento e de explicar nossa própria posição ou nossos sentimentos. Entretanto, a empatia requer que esvaziemos nossa mente e escutemos os outros com a totalidade de nosso ser”.

Ter uma conexão mais assertiva com outra pessoa, com os seus sentimentos e buscar entender as suas necessidades como ser humano é o primeiro passo para uma liderança de sucesso. Agora, podemos usar essa definição em qualquer ciclo das nossas vidas, em qualquer relacionamento. A proposta é transformar um conflito de ideias em uma relação em que ambas as partes sejam beneficiadas e que elas entendam isso, evitando uma relação de “vencedor e derrotado”.

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